Treinamento? Para depois irem embora?

Treinamento? Para depois irem embora?

Treinamento? Para depois irem embora?

Richard Branson, o bilionário inglês fundador do Grupo Virgin, controlador de mais de 400 empresas, disse recentemente “Treine as pessoas o bastante para que elas partam para outro emprego, mas trate-as bem os bastante para que não o queiram”.

 

Um programa de treinamento leva todos os funcionários a um nível mais alto, permitindo que todos tenham habilidades e conhecimentos semelhantes, e isto ajuda a reduzir os elos fracos da empresa. Dar o treinamento necessário cria uma equipe de funcionários que podem assumir as posições de outros quando necessário, trabalhar em equipes ou trabalhar de forma independente, sem ajuda ou supervisão constantes de outras pessoas.

O treinamento também pode aumentar a confiança do funcionário, confiança que pode levá-lo a ter um desempenho melhor, aumentando sua produtividade e, eventualmente, sua criatividade, gerando novas ideias que o ajudem a se sobressair e resultem em benefícios para a empresa.

Os funcionários com acesso a programas de treinamento e desenvolvimento têm vantagens sobre os funcionários de empresas onde isto não existe. O investimento em treinamento mostra aos funcionários que estes são valorizados e funcionários que se sentem valorizados e desafiados por meio de oportunidades de treinamento sentem maior satisfação no trabalho e são menos propensos a mudar de emprego. Assim, os custos de treinamento podem ser compensados por uma maior retenção do pessoal.

 

Treinamento e desenvolvimento são vistos como um benefício adicional da empresa. Ter uma estratégia de treinamento forte e bem-sucedida ajuda a desenvolver sua marca de empregador e a tornar sua empresa mais atraente quando há novas oportunidades de emprego na empresa.

 

Richard Branson coloca os funcionários em primeiro lugar. E a Virgin, uma organização que se orgulha de seu excepcional atendimento ao cliente, pode surpreender não listando os clientes como sua principal prioridade. Essa honra vai para seus funcionários. Os clientes são sua segunda prioridade, seguidos pelos acionistas em terceiro lugar.

 

Branson explica a lógica por trás dessa abordagem: quando os funcionários estão felizes e são bem tratados, isso será refletido na maneira como eles lidam com os clientes. Quando os clientes têm uma boa (ou ótima) experiência, isso reflete positivamente em toda a marca. Por outro lado, quando os funcionários estão descontentes por qualquer motivo, é menos provável que ofereçam ao cliente uma experiência positiva. Isso pode resultar não apenas em perder esse cliente, mas também qualquer outra pessoa para a qual ele conte sua experiência.

 

Ainda, de acordo com Branson “quando você coloca seus funcionários em primeiro lugar, no final os acionistas se saem bem, os clientes se saem melhor e sua equipe continua feliz”.

Nosso país não vai ficar para sempre no fundo do poço. Prepare-se!

Sucesso!

Vladimir de Lima

Nova Didática

Vladimir Lima